A semana passada tentei comprar o Expresso para ver o novo formato. Não havia. Esgotou. A razão? Um DVD com um filme simpático. Este fim-de-semana nem sequer tentei. Com DVD do lado do Expresso e a estreia do Sol - o tal que quando nasce é para todos - esgotou concerteza.
É um bocado deprimente. Um jornal que era bom agora esgota não por causa do conteúdo, dos jornalistas ou da necessidade de informação, mas sim porque tem um dêvêdêzito agarrado.
Há muito tempo que não sou leitor assíduo do Expresso. Já fui mas curei-me. Agora, depois de ver o conteúdo do respectivo site, tenho a sensação que nunca mais comprarei a coisa. O Sol talvez, para conhecer; mas tenho a sensação que será acto único. O jornalismo em Portugal é paupérrimo e piora cada vez mais. Não há Sol que nos valha.
September 16, 2006
September 12, 2006
cinco anos

Faz cinco anos (já!) que o WTC foi atingido por dois aviões. Depois de todo este tempo começam a surgir os filmes a là Hollywood retratando o ataque, como sempre, creio, de uma forma simplista e acéfala. Não vi nenhum mas o cinema americano tem-nos habituado regularmente às suas visões bidimensionais - e maniqueístas - da História.
À excepção de Gore Vidal, de Mark Curtis e de meia-dúzia de outros, pouco se tem falado sobre as causas históricas que levaram ao 11 de Setembro, à exacerbada violência islâmica e ao mapa político mundial dos dias de hoje. Nada justifica aquilo que se passou há cinco anos - nada pode, humanamente, justificar um acto de guerra, seja ela clássica ou terrorista - mas um país que está em estado de guerra permanente quase desde a sua fundação não pode esperar passar incólume ao lado da História. Só em Hollywood é que as coisas se passam assim.
September 09, 2006
criação
Li há pouco, no Quarta República (o link está praí algures do lado direito do monitor) que o papa ia reunir com os jovens para discutir o criacionismo, ideia que o iluminado presidente americano tem defendido - intelligent design, acho que é o nome que lhe dão lá para aquelas bandas - e que já encontrou eco deste lado do oceano, nomeadamente em Itália e na Sérvia, através das respectivas ministras da Educação.
Segundo a mais ou menos fiável Wikipedia Intelligent design is the concept that "certain features of the universe and of living things are best explained by an intelligent cause, not an undirected process such as natural selection."Its leading proponents, all of whom are affiliated with the Discovery Institute, say that intelligent design is a scientific theory that stands on equal footing with, or is superior to, current scientific theories regarding the evolution and origin of life.
Não me apetece traduzir a coisa toda, mas espremendo dá qualquer coisa como "a evolução tem por trás uma acção e uma vontade inteligente", isto é, Deus existe porque senão o Universo era uma desgraça pegada. Diz ainda que a teoria é resultado da prática científica e deve ser encarado como uma teoria científica.
Pah. Para ser uma teoria científica deveria haver investigação credível por trás e provas que consubstanciassem a dita teoria. Que não há, nem uma coisa nem outra.
O problema de toda e qualquer religião é que não há provas da existência de qualquer deus: seja Jeová, Shiva, Quetzacoatl ou aquela pedrinha sagrada adorada por uma tribo perdida no meio da selva do Burkina Faso. Nicles. Zerinho. Pêva. Como ainda por cima o ser humano tem considerado, ao longo da História, como deuses o fogo, a chuva, o sol nascente, o sol poente, a lua, o boi, a vaca e a tal pedrinha entre outros, a teoria da existência de deus torna-se bastante inverosímil. Pelo menos para um ateu empedernido como eu.
Era mais inteligente que os religiosos deste mundo se limitassem a confiar na fé, no medo, na esperança e na imaginação das pessoas e deixassem de tentar provar "científicamente" algo que não tem de ser provado. Nem pode.
Segundo a mais ou menos fiável Wikipedia Intelligent design is the concept that "certain features of the universe and of living things are best explained by an intelligent cause, not an undirected process such as natural selection."Its leading proponents, all of whom are affiliated with the Discovery Institute, say that intelligent design is a scientific theory that stands on equal footing with, or is superior to, current scientific theories regarding the evolution and origin of life.
Não me apetece traduzir a coisa toda, mas espremendo dá qualquer coisa como "a evolução tem por trás uma acção e uma vontade inteligente", isto é, Deus existe porque senão o Universo era uma desgraça pegada. Diz ainda que a teoria é resultado da prática científica e deve ser encarado como uma teoria científica.
Pah. Para ser uma teoria científica deveria haver investigação credível por trás e provas que consubstanciassem a dita teoria. Que não há, nem uma coisa nem outra.
O problema de toda e qualquer religião é que não há provas da existência de qualquer deus: seja Jeová, Shiva, Quetzacoatl ou aquela pedrinha sagrada adorada por uma tribo perdida no meio da selva do Burkina Faso. Nicles. Zerinho. Pêva. Como ainda por cima o ser humano tem considerado, ao longo da História, como deuses o fogo, a chuva, o sol nascente, o sol poente, a lua, o boi, a vaca e a tal pedrinha entre outros, a teoria da existência de deus torna-se bastante inverosímil. Pelo menos para um ateu empedernido como eu.
Era mais inteligente que os religiosos deste mundo se limitassem a confiar na fé, no medo, na esperança e na imaginação das pessoas e deixassem de tentar provar "científicamente" algo que não tem de ser provado. Nem pode.
September 07, 2006
pensar

Hoje foi dia de ouvir. Ouvi muito, muitas opiniões diversas, concordantes, opostas. Algumas próximas das minhas, outras muito muito longe.
Como sempre falei pouco. Prefiro ouvir a falar. É mais económico, mais cómodo, mais prático e, acima de tudo, ouvir dá-me elementos para pensar. Food for thought.
Agora, depois de ter ouvido, penso. Com a muleta ilustrada ao lado. Em silêncio. Quase.
Acho que penso com as mãos, ao contrário dos meus parceiros de espécie. Penso com a mão ocupada com o cigarro. Penso a encestar a bolinha de basket (basquete?). Penso bem numa coisa enquanto faço outra, como agora enquanto blogo. Penso de forma irrequieta, talvez para provar que existo enquanto penso. Sempre em privado.
Quando acabar de pensar, decido. Definitivamente. Raramente volto atrás depois de me decidir. E imponho a minha decisão. Faz parte daquilo que faço. Faz parte daquilo que sou.
September 04, 2006
fui

Fui às Janelas Verdes ver a Colecção Rau. É o que dá estar de férias: arrasta-se os putos gritões ao MNAA para ver uma exposição com obras desde o Quattrocento até ao Fauvismo. Eles chateiam-se de morte durante os primeiros dois minutos, berram pela Playstation e começam a interessar-se depois duma explicação ao seu nível, e eu passei duas horitas encantado com coisas que só conhecia dos livros de estudo.
Valeu.
indy

Parece que O Independente se finou. É pena.
Apesar de não pegar no jornal praticamente desde os tempos do Cavaquistão - e de não o levar muito a sério desde que Miguel Esteves Cardoso saiu - continuo a achar que fazia falta um jornal do seu género: um pouquinho mais à direita que o resto da imprensa nacional e com tradição de jornalismo de investigação.
Desses tempos recordo a K ou a Grande Reportagem que, apesar de não serem da mesma "família" editorial, eram revistas bastante boas, ou o Semanário, outro jornal que faleceu por falta de leitores e de, por arrasto, receita publicitária. Resta-nos a Visão, que é o que é, o Expresso, que parece que vai perder parte do conteúdo escrito para dar mais ênfase à imagem - e para isso prefiro a televisão - e o Tal e Qual, que é aquilo que merecemos.
August 25, 2006
vacanças

A partir deste momento estou oficialmente de férias. Quer isto dizer que: os clientes ligam só 3 vezes ao dia; só me chateiam da agência por telefone; vou poder dormir até os meus filhos me deixarem (ao contrário do período normal de trabalho, em que durmo até querer).
Seja como for, vai saber muito bem.
August 24, 2006
fora de orbita

Plutão foi-se. Passou de planeta a planeta anão. Despromovido de oficial a sargento. Coitadinho.
Agora, sempre que tiver de recitar a lengalenga planetária aos meus filhos, vou de certeza engasgar-me muitas vezes quando chegar ao fim: mercúriovénusterramartejúpitersaturnouranoneptunoplu... chiça! não... este já não é. Agora é anãozinho.
August 22, 2006
praxis
Aqui há uns anos uma caloira do Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros foi praxada, diz ela, de forma violenta e humilhante. Agora avança com um processo contra o dito instituto.
Nem vale a pena saber quais foram as praxes praticadas, porque o fim da praxe é sempre a humilhação do caloiro. Todos os rituais iniciáticos têm essa função e a praxe é apenas mais um deles. Não sei se os iniciados da Maçonaria têm de simular actos sexuais com um poste eléctrico ou não (alguns se calhar gostariam), mas a ideia é a mesma. Após a praxe, ritual ou seja lá o que for, o iniciado passa a pertencer ao Clube dos Amigos Disney e no ano seguinte chateia o crânio ou qualquer outra peça anatómica a um novo desgraçado neófito.
Antes de continuar devo dizer que nunca fui praxado: no meu estabelecimento de ensino - o IADE - não havia essa tradição e na única vez em que corri o risco de o ser - ao ir a Farmácia ter com uma amiga - resolvi o problema explicando aos "praxadores", com auxiliares visuais, que se tentassem alguma gracinha iriam passar o resto da vida a corar sempre que vissem um pepino ou uma beringela.
Esclarecido o detalhe, continuemos.
Se na Maçonaria ou na Opus Dei podem fazer o que quiserem aos candidatos a idiotas terminais, no Ensino a coisa é ligeiramente diferente. Os primeiros aderem ao Clube voluntariamente. Os segundos são obrigados a educar-se para terem um futuro.
Para além disso, o hábito da praxe num estabelecimento de ensino público é mais grave ainda, tendo em conta que o Estado supostamente deveria dar o exemplo do tipo de sociedade e de comportamento quer para o país.
Para aqueles que dizem a plenos pulmões "...mas a praxe é uma tradição" é bom relembrar que a pena de morte, as vergastadas a bordo, os autos-de-fé e o Carlos do Carmo também eram, e não é por isso que devam ser aceites hoje em dia (principalmente o Carlos do Carmo).
Espero que a ex-caloira tenha sucesso no seu processo, e espero que um dia o disparate da praxe desapareça de vez.
Nem vale a pena saber quais foram as praxes praticadas, porque o fim da praxe é sempre a humilhação do caloiro. Todos os rituais iniciáticos têm essa função e a praxe é apenas mais um deles. Não sei se os iniciados da Maçonaria têm de simular actos sexuais com um poste eléctrico ou não (alguns se calhar gostariam), mas a ideia é a mesma. Após a praxe, ritual ou seja lá o que for, o iniciado passa a pertencer ao Clube dos Amigos Disney e no ano seguinte chateia o crânio ou qualquer outra peça anatómica a um novo desgraçado neófito.
Antes de continuar devo dizer que nunca fui praxado: no meu estabelecimento de ensino - o IADE - não havia essa tradição e na única vez em que corri o risco de o ser - ao ir a Farmácia ter com uma amiga - resolvi o problema explicando aos "praxadores", com auxiliares visuais, que se tentassem alguma gracinha iriam passar o resto da vida a corar sempre que vissem um pepino ou uma beringela.
Esclarecido o detalhe, continuemos.
Se na Maçonaria ou na Opus Dei podem fazer o que quiserem aos candidatos a idiotas terminais, no Ensino a coisa é ligeiramente diferente. Os primeiros aderem ao Clube voluntariamente. Os segundos são obrigados a educar-se para terem um futuro.
Para além disso, o hábito da praxe num estabelecimento de ensino público é mais grave ainda, tendo em conta que o Estado supostamente deveria dar o exemplo do tipo de sociedade e de comportamento quer para o país.
Para aqueles que dizem a plenos pulmões "...mas a praxe é uma tradição" é bom relembrar que a pena de morte, as vergastadas a bordo, os autos-de-fé e o Carlos do Carmo também eram, e não é por isso que devam ser aceites hoje em dia (principalmente o Carlos do Carmo).
Espero que a ex-caloira tenha sucesso no seu processo, e espero que um dia o disparate da praxe desapareça de vez.
August 21, 2006
do "Público"
"Acidente ferroviário em Espanha não terá feito vítimas portuguesas"
Ah... então está bem.
Ah... então está bem.
cultura

O Ministério da Cultura, a Câmara Municipal de Cascais e, principalmente, o Arqº Souto Moura criaram as condições para uma parte das obras de Paula Rêgo ficarem cá pelo burgo. Tal como o que se passou com a colecção Berardo, esta é uma iniciativa a aplaudir com as mãozinhas e os pézinhos, como bons primatas que somos.
Este é o tipo de intervenção que o Estado deve ter na Cultura: não só conservar o património existente - castelos, museus e tascas que sirvam cozido - mas também adicionar e enriquecer o mais possível esse mesmo património. É muito bonito apoiar um, dois ou três realizadores de cinema, meia-dúzia de companhias de teatro e coisas desse tipo mas, a longo prazo, é inútil. Se o Estado se concentrar em criar espaços museológicos ricos em conteúdo, estimulando assim a criatividade artística, se restaurar e suportar os custos inerentes a ter um teatro "em pé", permitindo que as companhias se instalem com custos apenas inerentes à produção, se criar espaços para ópera, música ou qualquer outra expressão artística acaba por resolver mais de metade dos problemas culturais da santa terrinha e, mais importante ainda, acaba com o clientelismo existente nos meios culturais e com a tendência para a "pedinchice" dos artistas autóctones.
August 20, 2006
mitos
Devo admitir que tinha um bocado de receio dos 40 anos. Não pessoalmente, mas profissionalmente. A minha profissão - publicitário, criativo ou o que lhe quiserem chamar - está pejada de putos de vinte e poucos anos, a quem é dito assim que começam a trabalhar que a partir dos 35 anos estão queimados, têm de se dedicar à pesca ou outra profissão do género. Cresci profissionalmente sempre a ouvir isto, dito sempre com uma solenidade e certeza impressionantes.
Felizmente, nestas duas últimas semanas tive a garantia e o reconhecimento de que sou bom. Profissionalmente. Muito bom mesmo.
Apesar de estar cansado por três anos sem férias, por semanas de trabalho seguidas de 75 horas, por problemas administrativos ridículos que só consomem o neurónio.
Sabe bem saber que não se está acabado. Ainda.
Felizmente, nestas duas últimas semanas tive a garantia e o reconhecimento de que sou bom. Profissionalmente. Muito bom mesmo.
Apesar de estar cansado por três anos sem férias, por semanas de trabalho seguidas de 75 horas, por problemas administrativos ridículos que só consomem o neurónio.
Sabe bem saber que não se está acabado. Ainda.
August 17, 2006
todos os nomes
Hoje vai-se saber, ou não, quantos planetas tem o sistema solar: se nove, se doze.
Pessoalmente prefiro uma dúzia. É mais giro. Parece que o Criador disse, na sua voz tonitruante: "Sai uma dúzia de planetas pró sistema solar do canto, fáxavor!".
Também é giro - muito mais, até - ver como o bicho Homem necessita de classificar o Universo à sua volta: os planetas e os satélites, os bons e os maus, os crentes e os incréus, as batatas fritas e o ovo-a-cavalo. Precisamos de classificar para compreender e para reduzir tudo o que nos rodeia à nossa escala, para sermos o centro do nosso universo.
Pelo que se começa a compreender, a nuvem de Oort contém n corpos celestes com dimensão suficiente para serem considerados planetas, mas nós, pobres e pequeninos primatas, insistimos que planetas são só aqueles do nosso quintal psicológico: MercúrioVénusTerraMarteJúpiterSaturnoUranoNeptunoePlutão. Continuamos a afirmar - contra toda a lógica e todas as evidências - que este planetita insignificante é único num Universo que desafia a nossa imaginação.
Apesar de tudo aquilo que aprendemos até agora, queremos continuar a ser produto, e imagem, de um qualquer Criador. Únicos. Especiais.
Giros, nós...
Pessoalmente prefiro uma dúzia. É mais giro. Parece que o Criador disse, na sua voz tonitruante: "Sai uma dúzia de planetas pró sistema solar do canto, fáxavor!".
Também é giro - muito mais, até - ver como o bicho Homem necessita de classificar o Universo à sua volta: os planetas e os satélites, os bons e os maus, os crentes e os incréus, as batatas fritas e o ovo-a-cavalo. Precisamos de classificar para compreender e para reduzir tudo o que nos rodeia à nossa escala, para sermos o centro do nosso universo.
Pelo que se começa a compreender, a nuvem de Oort contém n corpos celestes com dimensão suficiente para serem considerados planetas, mas nós, pobres e pequeninos primatas, insistimos que planetas são só aqueles do nosso quintal psicológico: MercúrioVénusTerraMarteJúpiterSaturnoUranoNeptunoePlutão. Continuamos a afirmar - contra toda a lógica e todas as evidências - que este planetita insignificante é único num Universo que desafia a nossa imaginação.
Apesar de tudo aquilo que aprendemos até agora, queremos continuar a ser produto, e imagem, de um qualquer Criador. Únicos. Especiais.
Giros, nós...
chove

O termo silly season vai ter de ser rapidamente actualizado para algo um pouco mais forte. A grande notícia ontem e hoje é que... chove. E chovendo, os portugueses não podem ir para a praia.
Coitadinhos.
Como os incêndios (graças à chuva) estão a esmorecer, como o conflito no Líbano se está a banalizar e como os Estados Unidos não declararam guerra a ninguém nas últimas 48 horas, os media nacionais estão desesperados à procura de uma "cacha". Como não há mais nada de extraordinário - ou de óbvio e fácil de reportar - fala-se do tempo. Tal como quando duas pessoas dizem "que lindo dia, não acha?" quando não têm nada de interessante para dizer, os media também fazem conversa de circunstância com o mesmo tema.
Se houvesse pelo menos meia-dúzia de repórteres dignos desse nome na informação nacional talvez fosse interessante debruçarem-se, agora que estamos em período de acalmia, sobre as verdadeiras causas dos incêndios neste país, dos interesses que servem e porque razão é que as áreas ardidas não são coincidentes de ano para ano, por exemplo.
Se os profissionais da informação fossem verdadeiramente profissionais talvez pudessem brindar-nos com peças que expliquem as verdadeiras causas do conflito israelo-árabe, quem o alimenta e tem interesse na sua eternização.
Se... mas não. Chove.
August 11, 2006
August 09, 2006
the devil's dictionary II
POLITICIAN, n. An eel in the fundamental mud upon which the superstructure of organized society is reared. When he wriggles he mistakes the agitation of his tail for the trembling of the edifice. As compared with the statesman, he suffers the disadvantage of being alive.
the devil's dictionary
PORTUGUESE, n.pl. A species of geese indigenous to Portugal. They are mostly without feathers and imperfectly edible, even when stuffed with garlic.
August 08, 2006
Os portugueses em Agosto estupidificam-se.
Não só vão, os que podem, para o Algarve pagarem rios de dinheiro para serem maltratados pelos nativos e para enfrentarem condições idênticas de trânsito às do IC19 após a abertura do ano escolar, como, os que não podem, ficam na sua terreola e alegremente pegam-lhe fogo. Por incúria, por acidente ou de propósito.
Dá vontade de perguntar se o gene de Homem de Neandertal tem uma concentração maior aqui por estas bandas.
Não só vão, os que podem, para o Algarve pagarem rios de dinheiro para serem maltratados pelos nativos e para enfrentarem condições idênticas de trânsito às do IC19 após a abertura do ano escolar, como, os que não podem, ficam na sua terreola e alegremente pegam-lhe fogo. Por incúria, por acidente ou de propósito.
Dá vontade de perguntar se o gene de Homem de Neandertal tem uma concentração maior aqui por estas bandas.
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