É hoje que os americanos vão a votos. Não é hoje que se fica a saber quem ganha, infelizmente: se o verborreico e complicadíssimo Kerry, se o George W(ish I had a brain) Bush. Por um lado porque a contagem dos votos se prevê de novo complicada, por outro porque o processo eleitoral americano é muito estranho - pelo menos para mim. Para quem quiser tentar perceber o método eleitoral americano, vá ao Diário Digital. Sinceramente, não me parece um processo muito democrático, mas quem sou eu para estar com coisas?
Seja qual for o resultado, não me parece que venham a haver muitas diferenças na política americana nos próximos tempos. Se Bush ganhar, a política vai ser concerteza a mesma: autista e desligada do mundo real; se Kerry chegar ao poder, vai ter tanto nó para desatar (o Iraque, o estado da economia, o défice...) que vamos ter mais do mesmo durante algum tempito. Não me parece, no entanto, que seja indiferente quem ganhe, apesar do que disse antes: o simples facto de Kerry ganhar poderá trazer algum desanuviamento generalizado, que talvez se venha a reflectir na economia global, nos preços do petróleo e nas relações internacionais. Talvez.
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