Fez este fim-de-semana 60 anos sobre um dos maiores actos de estupidez pela parte da espécie humana (o maior foi ter descido das árvores): há 60 anos atrás, o bombardeiro Enola Gay lançava a primeira bomba atómica sobre uma cidade - Hiroshima.
De uma vez só, de forma injustificada, aniquilaram-se centenas de milhares de civis e deixaram-se várias gerações de vítimas por radiação. A troco de nada, porque a guerra no Pacífico estava ganha e já tinha havido possibilidades de a terminar diplomaticamente pelo menos 3 meses antes. Mas era necessário fazer uma demonstração de força, não perante os japoneses, mas principalmente perante os outros aliados e o resto do mundo. Foi apenas para, como se costuma dizer, "to prove a point".
A II Guerra Mundial provou a capacidade formidável para a atrocidade que o ser humano tem: pelo lado do "Eixo" e pelo lado dos "Aliados".
Infelizmente é fácil de constatar que não aprendemos nada com '39-'45, por aquilo que se tem passado no mundo recentemente, da Jugoslávia à Palestina, da Tchetchénia ao Iraque. Vae Victis...
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