
Temos Tratado. De Lisboa.
Era a única coisa que importava, o ser de Lisboa. Pelo menos para o Governo e para a imprensa. Se é prejudicial ou benéfico para Portugal, se o país perde ou ganha influência junto da Europa, se afecta ou não os direitos e a vida dos portugueses, tudo isso é secundário, marginal... insignificante de todo.
Insignificantes são também todas as promessas eleitorais feitas relativamente a este tratado. PS e PSD afirmaram, a pézinhos juntos, que qualquer tratado - de Lisboa, de Paris ou de Ouagadougou - seria referendado. De certeza! Claro! Pfff!
Afinal, não. Nicles referendum, em bom latim. Nada. Néstes. Zerinho. Não se referenda porque é de Lisboa. Não de Paris ou Ouagadougou. Lisboa! Pimba! Maastricht que se lixe, que agora o que vale é Lisboa. Hah!
É muito difícil ser europeísta com políticos deste calibre.
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