Portugal é um país fantástico. Segundo as notícias de hoje, há 10 milhões de telemóveis em Portugal. Pode-se então depreender que até os recém-nascidos já têm telemóvel.
O que nos leva a aderir tão facilmente ao supérfluo?
Vivemos num país onde se ganha menos que na Grécia (e não estou a falar do Euro 2004), onde o endividamento das famílias é aterrador ou onde os índices de pobreza estão quase ao nível do Burundi, mas gastamos dinheiro onde menos falta faz (nota para os menores de 20 anos: sim, é possível viver sem telemóvel ou SMS!). Não me refiro apenas aos telemóveis, mas a tudo aquilo que representa um pequeno sinal exterior de riqueza, como trocar de Fiat Uno de 3 em 3 anos ou comprar a malita Luís Vuitão.
Evidentemente que este é um problema de formação. E de Educação. E que não tem solução até o nosso sistema educativo "crescer".
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