Segundo o Diário Digital o Pentágono considerou, entre outras novas tecnologias, desenvolver uma bomba sexual:
O Ministério da Defesa norte-americano (Pentágono) considerou desenvolver um conjunto de armas químicas não letais para abalar a moral e a disciplina das tropas inimigas, tais como uma bomba sexual, indicam documentos secretos agora divulgados. Uma das armas mais bizarras consistia no desenvolvimento de um afrodisíaco que tornasse os soldados inimigos sexualmente irresistíveis uns para os outros. A intenção era provocar um comportamento homossexual generalizado entre as tropas, o que causaria um golpe «desagradável mas não letal» à moral dos soldados, refere a proposta.
Ele há coisas com piada. Se o afrodisíaco não resultar, podem bombardear as tropas inimigas com a Pamela Anderson - se sexualmente é duvidoso que resulte, talvez pelo volume cause baixas tremendas (cada mama aniquilaria provavelmente 14 soldados inimigos).
Os projectos tipo ficção-científica continuam:
Outras propostas incluíam armas que atraíssem enxames de vespas enfurecidas ou ratazanas furiosas para posições militares, tornando-as inabitáveis.
Nem comento. E ainda:
Um outro projecto consistia em desenvolver um químico que causasse uma «forte e duradoura halitose», tonando fácil identificar guerrilheiros que se tentassem esconder entre civis.
Este último projecto é perfeitamente fazível: basta bombardear as tropas inimigas com toneladas de chamuças e esperar que a natural gula faça o resto. O problema é a dosagem: se for demais, assim que as tropas "amigas" chegarem ao local qualquer soldado inimigo pode abatê-las a menos de cem passos com um mero suspiro.
E assim se justifica que a Administração americana afirme que não tem dinheiro para um sistema de segurança social decente. First things first...
No comments:
Post a Comment